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Alagoas tem três mortes suspeitas por dengue

Por Maria Salésia 07/08/2021 - 10:17
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Divulgação
Estado registra mais de 900 casos da doença nos sete primeiros meses do ano
Estado registra mais de 900 casos da doença nos sete primeiros meses do ano

Em meio à pandemia de covid-19, Alagoas registrou 981 casos de dengue de janeiro a julho deste ano. No mesmo período do ano passado foram 1.653. Embora não tenha apresentado nenhuma morte pela doença neste intervalo, no início de agosto há suspeita de três óbitos no estado. 

Os dados do Sinan/ MS (Sistema de Informação de Agravos de Notificação/Ministério da Saúde),apontam, ainda, que de janeiro a julho de 2020 Alagoas teve 98 casos de Chikungunya e este ano foram 65 no mesmo intervalo. Já em relação a Zica,74 confirmados no ano passado nos sete primeiros meses e 29 em 2021.

Em relação às três mortes que estão em investigação sobre se teriam sido causadas por dengue grave, uma é de uma mulher de 33 anos, de São Miguel dos Campos, e outras duas em Maceió, a de um jovem de 26 anos e outro de 25 anos. 

Segundo a assessoria da Secretaria de Saúde de São Miguel dos Campos, desde janeiro de 2021 foram notificados 103 casos, 7 casos positivos e 7casos negativos, 89 casos aguardando resultados(bloqueio de área) para dengue. Para Chikungunya, 5 casos notificados, 1 caso positivo e 2casos negativos, além de2 aguardando resultados.

A assessoria da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informou que sobre o caso de São Miguel dos Campos, trata-se de um caso suspeito de dengue que está em investigação pela Vigilância das Arboviroses da Sesau e cujo material biológico foi coletado para ser analisado pelo Lacen, uma vez que a vítima tinha outras comorbidades, como uma doença autoimune. Daí porque a análise feita pelo Lacen e o estudo de caso realizado pelos médicos da Vigilância de Arboviroses da Sesau.

Se confirmado, “a análise do Lacen/AL irá apontar se foi simplesmente Dengue, Dengue com Sinais de Alarme ou Dengue Grave, nomenclaturas em vigor desde 2014, com base no padrão estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Não se usa mais a nomenclatura Dengue Hemorrágica”, explicou.

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