Seu Bolso!

Conta de luz voltará à bandeira verde, sem custo adicional, em outubro

Chuvas nas regiões Sul e Sudeste estabilizaram o armazenamento nas usinas hidrelétricas
Agência Brasil
Mudança na cor da bandeira não significa redução da tarifa
Mudança na cor da bandeira não significa redução da tarifa

Outubro chega com a novidade para aliviar o bolso do brasileiro. As contas de luz voltarão em  à bandeira verde, sem cobrança de tarifas adicionais após cinco meses em alta, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). É preciso lembrar que a bandeira verde não representa redução da tarifa e que o consumo consciente continua sendo importante fator para evitar desperdícios e manter a fatura sob controle.

A bandeira tarifária verde voltará a vigorar após o período de bandeira amarela, que tem custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Segundo a Aneel, o retorno da bandeira verde se deve ao aumento no volume de chuvas, em especial nas regiões Sul e Sudeste, o que estabiliza o armazenamento nos reservatórios das usinas hidrelétricas.

A agência reguladora explica que, por esse motivo, será possível reduzir o uso de fontes de energia mais caras, como as usinas termelétricas, à base de combustíveis.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Portanto, as cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.



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