INVESTIGAÇÃO

Polícia analisa imagens sobre morte de servente de pedreiro em Maceió

Investigação apura assassinato de jovem encontrado em praia da capital
Por Redação 18/05/2026 - 19:12
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Reprodução
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o jovem saiu do trabalho antes de desaparecer
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o jovem saiu do trabalho antes de desaparecer

A Polícia Civil de Alagoas segue investigando a morte do servente de pedreiro Edson Santos da Silva, de 24 anos, encontrado morto na Praia da Avenida, em Maceió, no dia quarta-feira, 6.

Segundo a polícia, o jovem estava desaparecido desde domingo, 3, quando foi visto pela última vez saindo do trabalho na Barra Nova, em Marechal Deodoro, na região metropolitana da capital alagoana.

De acordo com o delegado Gilson Rêgo, responsável pelo caso, pelo menos oito pessoas já foram ouvidas durante a investigação. A polícia também recolheu imagens de câmeras de segurança que podem ajudar na identificação dos possíveis autores do crime.

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As autoridades afirmam que outras informações não estão sendo divulgadas neste momento para não comprometer o andamento das diligências.

Um vídeo de circuito de segurança registrou o momento em que Edson Santos da Silva deixou a obra onde trabalhava. As imagens mostram o jovem caminhando pela rua por volta das 20h45 e, em seguida, virando em uma esquina antes de desaparecer do campo de visão da câmera.

Antes de desaparecer, o servente enviou um áudio à mãe por meio do aplicativo WhatsApp. Nas duas mensagens, que somam cerca de 16 segundos, ele afirma que havia conhecido uma mulher e que tinha sido convidado para ir à casa dos pais dela. No áudio, o jovem diz que encontraria a mulher “mais tarde”.

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O corpo foi identificado no Instituto Médico Legal por meio de uma tatuagem no braço esquerdo com a frase “DEUS É MAIOR QUE TUDO”.

Segundo a Polícia Científica de Alagoas, as condições do corpo indicam que a morte pode ter ocorrido pelo menos dois dias antes de ser encontrado. A presença de sinais de ação do mar levanta a hipótese de que o crime tenha ocorrido em outro local e o corpo tenha sido levado até a praia.


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