PALMEIRA DOS ÍNDIOS
'Quem denunciou é tão vítima quanto eu', diz Júlio Cezar sobre acusação de assédio

O prefeito de Palmeira dos Índios Júlio Cezar informou, ao EXTRA, que as acusações de assédio sexual que ele tem sofrido nas últimas semanas são estratégias de rivais "que agem de forma barata e baixa". Cezar foi acusado de assédio pela advogada Margareth Alves da Costa, ex-servidora do município.
Segundo a denunciante, o prefeito teria dito que ela precisaria de "rola". O caso já foi registrado em boletim de ocorrência. Outra denúncia também veio à tona. A também ex-servidora Luciene Oliveira disse que foi assediada pelo prefeito, no entanto, gravou vídeo informando que era mentira.
"Em um ano de eleições, como o que estamos vivendo agora, esta prática se torna mais evidente", sugeriu Cezar considerando as denúncias como fake news. E alfinetou os adversários: "nunca fui preso por roubar dinheiro de merenda e nem por encomendar morte de ninguém. A resposta será nas urnas".
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“Eu e o meu vice, Dr. Márcio Henrique, temos as mãos limpas: não praticamos violência; não pegamos o dinheiro público para uso próprio; não desviamos dinheiro de livros; não somos investigados pela Polícia Federal; e não tiramos a liberdade do povo. Somos cidadãos comuns e ganhamos a confiança dos palmeirenses que estão aprovando as mudanças que estamos fazendo. Isso incomoda a indústria do fake”, disse.
Ainda sobre as acusações de assédio sexual, Cezar foi cauteloso. “Quem convive com uma pessoa em depressão deve ajudá-la. Estou com a mente aberta para ouvi-las e oferecer o meu apoio. O que eles estão fazendo com estas pessoas [as ex-servidoras], que estão passando por um momento difícil de saúde, é uma covardia! Estão se aproveitando da fraqueza emocional de um ser humano. Eles não têm vergonha na cara! São tão vítimas quanto eu!”, finalizou.
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