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Pacheco assume presidência prometendo pautar reformas

Por Metrópoles 01/02/2021 - 21:12
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Agência Brasil
Rodrigo Pacheco faz 1º discurso após a posse na presidência do Senado
Rodrigo Pacheco faz 1º discurso após a posse na presidência do Senado

Eleito com 57 votos de 78 presentes, o novo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou, em seu primeiro pronunciamento, que tem como prioridade pautar reformas econômicas. A fala ocorreu logo após o parlamentar receber o resultado da eleição, por volta das 19h desta segunda-feira (1°/2). Para se eleger, o senador desbancou Simone Tebet (MDB-MS), que recebeu 21 votos.

Segundo Pacheco, as reformas são instrumentos para o desenvolvimento do país. Entre as pautas defendidas pelo governo, estão as reformas administrativa e tributária. “Submeterei ao crivo do Parlamento as reformas necessárias para o desenvolvimento da economia”, disse.

Em seu discurso, Pacheco disse que pretende criar na Casa a liderança da oposição, estrutura que já existe na Câmara e que se equilibra com a figura da liderança do governo. “Comprometo-me a criar a liderança da oposição, que já existe na Câmara e equilibra as forças entre os deputados.”

Pacheco fez um discurso conciliador, dizendo que não há mais disputa. “O Senado agora volta a se unir”, disse. “Os objetivos com os quais eu me comprometer só serão alcançados com a contribuição de todos os senadores e senadoras”, disse. Ele ainda agradeceu e fez elogios à senadora Simone Tebet (MDB-MS), que obteve 21 votos e foi derrotada por ele na eleição. “Obrigada pela sua elegância”, disse.

68° presidente


O mandato do 68° presidente da Casa começa já nesta segunda. Aos 44 anos, ele comandará o Senado Federal até 31 de janeiro de 2023. O senador mineiro era o candidato apoiado pelo ex-presidente Davi Alcolumbre (DEM-MG) e pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). Com o resultado, o Democratas comandará a Mesa Diretora por mais dois anos.

Há a expectativa de que Pacheco, agora eleito, dê prosseguimento à agenda defendida por seu antecessor. Com apoio declarado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o senador também teve bancadas de oposição ao governo federal, como as do PT e da Rede, a seu lado.

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