Fim da escala 6x1
O deputado federal Daniel Barbosa comemorou, em publicação nas redes sociais, a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 pela Câmara dos Deputados que põe fim à escala de trabalho 6x1 no Brasil. O parlamentar avaliou a medida como um avanço importante para os trabalhadores, destacando que a mudança contribui para melhores condições de vida, mais dignidade e equilíbrio entre trabalho e rotina pessoal, especialmente para mulheres que enfrentam jornadas múltiplas no dia a dia.
Grave denúncia
O empresário Francisco Sales denunciou, em vídeo publicado nas redes sociais, que servidores e prestadores de serviço da Prefeitura de Batalha, administrada pelo prefeito Wagney Dantas, estariam recebendo salários abaixo do mínimo nacional. Ele classificou a situação como grave e afirmou que a prática fere direitos básicos dos trabalhadores e compromete a dignidade das categorias envolvidas.
Remuneração insuficiente
Segundo a denúncia, profissionais da limpeza urbana, como garis, estariam recebendo cerca de R$ 700 mensais, valor inferior ao salário mínimo vigente. Sales também citou auxiliares de serviços gerais da rede municipal, que, de acordo com ele, enfrentariam uma realidade de remuneração insuficiente para cobrir despesas essenciais, como alimentação, moradia e demais custos do dia a dia.
Cobrou investigação
Francisco Sales cobrou uma atuação mais rigorosa dos órgãos de fiscalização e pediu a abertura de investigação sobre possíveis irregularidades não apenas em Batalha, mas também em outras administrações municipais de Alagoas. O caso repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a valorização dos servidores públicos e o cumprimento do salário mínimo no interior do estado. Até o momento, a Prefeitura de Batalha não se pronunciou oficialmente sobre as denúncias apresentadas.
Protesto em Penedo
Ex-funcionários da Usina PAISA realizaram uma manifestação pacífica na manhã da quarta-feira, 27, em frente à Vara do Trabalho em Penedo, cobrando o pagamento de direitos trabalhistas que seguem em atraso há vários anos. O grupo afirma que os valores já foram reconhecidos pela Justiça, mas ainda não foram quitados, o que mantém a mobilização ativa na cidade. Trabalhadores de diferentes setores participaram do ato, reforçando a insatisfação com a demora na resolução do caso.
Reivindicação de dívida
Segundo os ex-funcionários, os créditos trabalhistas fazem parte de acordos vinculados ao processo de recuperação judicial do Grupo Toledo. Eles relatam que centenas de famílias aguardam há mais de uma década a liberação dos valores, mesmo após decisões judiciais que garantem o direito ao recebimento. A categoria afirma que a situação tem causado dificuldades financeiras e incertezas ao longo dos anos.
Cobram transparência
Os trabalhadores também cobram mais transparência no andamento do processo e a divulgação de um cronograma claro para a quitação das dívidas. Eles afirmam que a empresa seguiu operando normalmente durante o período de recuperação judicial, o que aumenta a pressão por respostas concretas. O grupo reforça que permanece mobilizado e espera uma solução definitiva ainda em 2026.
Audiência marcada
A primeira audiência sobre o feminicídio de Cícera Laura aconteceu nesta sexta-feira, 29, em Arapiraca, reunindo familiares, testemunhas, representantes da acusação e da defesa. O caso, que gerou forte comoção em Alagoas, segue mobilizando a população e aumentando a pressão por respostas rápidas da Justiça. A expectativa é de que novos detalhes sejam apresentados durante essa fase processual, considerada uma das etapas mais importantes do processo.
Mobilização popular
Desde que o crime veio à tona, familiares, amigos e moradores da região iniciaram uma grande mobilização nas redes sociais em busca de justiça. Mensagens, homenagens e campanhas virtuais passaram a circular diariamente, reforçando o pedido para que o caso não fique impune. A repercussão também reacendeu debates sobre a violência contra a mulher e a necessidade de medidas mais eficazes de proteção às vítimas.
Clamam por Justiça
Com cartazes, manifestações e publicações nas plataformas digitais, pessoas próximas à vítima seguem acompanhando cada etapa do processo judicial. Para os familiares, a luta agora é para manter o caso em evidência e garantir que os responsáveis sejam punidos de forma exemplar. A mobilização representa não apenas um pedido por justiça para Cícera Laura, mas também um alerta sobre a gravidade dos casos de feminicídio registrados no país.
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