Jornalista, escritor, colunista do Jornal Extra, da Gazeta de Alagoas e da Tribuna do Sertão, além de presidente do Instituto Cidadão.

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Davi Davino não é ‘azarão’


Tratar Davi Davino como “azarão” na disputa pelo Senado pode ser um erro de avaliação. Em uma eleição com grande número de indecisos, ele entra no jogo com potencial de crescimento e capacidade para se tornar competitivo. 

Na capital, onde construiu parte importante de sua base política, poderá figurar entre os mais votados. E, se contar com o apoio efetivo de JHC na disputa pelo Governo de Alagoas, ganhará estrutura, visibilidade e força eleitoral para enfrentar em igualdade de condições os velhos donos dos votos. 

Davi não deve ser visto como figurante. Dependendo das alianças e do comportamento do eleitorado, pode deixar para trás candidatos que hoje se consideram favoritos apenas pelo peso do sobrenome e pelas antigas estruturas de poder.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do EXTRA


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