De pai pra filho
Flávio Bolsonaro começa a repetir o roteiro que marcou a trajetória política do pai: lançar suspeitas sobre as urnas eletrônicas antes mesmo da realização da eleição.
Em encontro com diplomatas, o senador e pré-candidato à Presidência defendeu uma presença maior de observadores internacionais no pleito brasileiro e levantou dúvidas sobre a segurança do sistema de votação. Na tentativa de justificar suas desconfianças, Flávio associou as urnas brasileiras à empresa venezuelana Smartmatic.
A informação, no entanto, foi desmentida: a empresa não fabrica nem fornece as urnas utilizadas nas eleições brasileiras. Após a repercussão negativa, o senador tentou suavizar as declarações, afirmando que não pretendia colocar em dúvida o processo eleitoral.
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