O silêncio do interior
Há uma enorme expectativa sobre o que virá das urnas no interior de Alagoas. Entre o silêncio do voto e as festas numerosas promovidas por cada candidato, quase sempre frequentadas pelo mesmo público, cresce o sussurro de que muitas surpresas poderão aparecer. Seria o cansaço com os mesmos nomes de sempre?
O desejo de mudar, ainda que apenas para ver se melhora? Ou estaria chegando ao fim o poder dos antigos “chefetes eleitorais”, que durante décadas decidiram o voto de comunidades inteiras? Ninguém sabe ao certo. No interior, o eleitor aprende cedo a ouvir, observar e esconder sua verdadeira escolha. Por isso, quando as urnas forem abertas, poderá acontecer de tudo. Inclusive nada.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do EXTRA



