Sururu

A loucura do magistrado

28/02/2026 - 07:53
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Assessoria
O desembargador Carlos Cavalcanti, vice-presidente do TJAL
O desembargador Carlos Cavalcanti, vice-presidente do TJAL

Ninguém no Tribunal de Justiça entendeu, até agora, o desatino do desembargador Carlos Cavalcanti, vice-presidente da Corte, que atropelou a Lei de Falências ao liberar R$ 332 milhões da massa falida da Laginha para os herdeiros de João Lyra, bancos e escritórios de advocacia. 

Sem qualquer indício de legalidade, a insensatez do magistrado atenderia a pressões da advogada Guiomar Mendes, do escritório de advocacia Sérgio Bermudes, que receberia R$ 25 milhões da partilha antecipada do espólio de João Lyra. Um horror jurídico. 

Nos corredores do TJ, circula a versão de que Carlos Cavalcanti estaria fascinado pela ideia de virar ministro do STJ, com apoio de Gilmar Mendes, ex-marido de Guiomar. Colegas do desembargador acreditam que tem gente usando o nome do ministro do STF em proveito próprio.

Por sorte dos credores da massa falida, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) agiu rápido ao impedir a imoralidade que iria para os anais do TJ como mais uma sentença teratológica, jargão jurídico para definir “decisões monstruosas”.


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