Conteúdo do impresso Edição 1379

CIMI REVELA

Violência, conflitos e desassistência marcam rotina de indígenas em Alagoas

Relatório reúne 11 áreas em diferentes situações administrativas e de disputa territorial
RENATO SANTANA/CIMI
Xucuru-kariris de Palmeira dos Índios ainda lutam pela demarcação de suas terras
Xucuru-kariris de Palmeira dos Índios ainda lutam pela demarcação de suas terras

O relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – Dados de 2025, elaborado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e divulgado no início do mês, reúne um conjunto de registros envolvendo povos indígenas de Alagoas. O documento aponta conflitos territoriais, violência, racismo e situações classificadas como omissão do poder público, além de expor dificuldades enfrentadas por comunidades para ter acesso à educação, saúde e regularização de seus territórios. Um dos principais recortes sobre Alagoas está na questão fundiária. O levantamento relaciona 11 terras ou processos territoriais indígenas no estado em diferentes situações administrativas, desde áreas ainda a identificar até território homologado em processo de revisão de limites.


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