O processo sobre a desestatização da antiga Companhia Energética de Alagoas (Ceal), que tramita há 28 anos na esfera judicial, caminha para uma reviravolta nos autos. A 2ª Vara Federal de Alagoas entendeu que o governo do Estado, até então considerado polo passivo, poderá ser responsabilizado por eventuais irregularidades na venda da empresa, e também pode incluir como réu o ex-governador Ronaldo Augusto Lessa Santos, que estava no exercício da função quando a Ceal foi vendida.
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