Economia
Medidas para combustíveis não resolvem o problema, mas amenizam as áreas
Tomé Franca argumenta que as empresas não podem ser punidas por fatores externos
O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, disse nesta quinta-feira, 9, que as medidas para frear a elevação nos preços de combustíveis "não resolvem o problema", mas amenizam o cenário para as companhias aéreas. Na quarta-feira, 8, foi formalizada uma linha de crédito para capital de giro no valor de R$ 1 bilhão e a isenção das alíquotas de PIS/Cofins sobre o Querosene de Aviação (QAv), o que deve gerar uma redução direta de cerca de R$ 0,07 por litro do combustível.
Em entrevista à CNN Brasil, ele argumentou que as empresas não podem ser punidas por fatores externos, diante do contexto geopolítico que afeta os preços de insumos.
No início da semana foi anunciada também a linha de financiamento por meio do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), de até R$ 2,5 bilhões para cada uma das três companhias áreas atuando no Brasil.
Essa medida ainda não foi formalizada pela área econômica do Executivo. Tomé Franca disse que "segue em diálogo" com as outras áreas do governo para buscar atender as demandas as aéreas.



