REDE DE ABASTECIMENTO

Presidente da AMA publica vídeo pedindo demissão de presidente da Casal

Por Redação com assessoria 11/03/2021 - 17:39
Atualização: 11/03/2021 - 18:55
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AMA
Hugo Wanderley pediu demissão de presidente da Casal ao governador
Hugo Wanderley pediu demissão de presidente da Casal ao governador

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Hugo Wanderley, pediu ao governador a demissão do presidente da Casal, Clécio Falcão. O prefeito justifica o pedido pela inércia e falta de sensibilidade do atual gestor da CASAL que não tem condições de gerir uma empresa tão importante.

Há meses a rede de abastecimento da adutora leiteira passa por grande crise, com abastecimento irregular nos municípios, principalmente os que encontram na ponta como Cacimbinhas, Jaramataia, Senador Rui Palmeira, Major Isidoro e Dois Riachos, por exemplo.

“O que mais nos impressiona é a inercia e falta de sensibilidade do presidente da Casal. Não cabe mais nessa nova fase de Alagoas, onde o governador Renan Filho tem se esforçado para cuidar das pessoas, falta de atitude como essa”, desabafou Wanderley.

Por meio de nota, a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) afirmou rechaçar veementemente as declarações da presidência da Associação dos Municípios de Alagoas (AMA), em que ataca a competência da empresa quanto ao abastecimento de água da Bacia Leiteira.

"A Companhia esclarece que o Sistema Coletivo da Bacia Leiteira é o maior sistema de abastecimento em operação pela empresa, atendendo a 18 cidades, algumas delas distantes quase 100 quilômetros do manancial, que é o Rio São Francisco, em Pão de Açúcar. É o caso, por exemplo, de Cacimbinhas, de um lado, e de Ouro Branco, do outro".

A Companhia informou ainda que como parte da solução, tem tomado ao longo dos anos ações mitigadoras para manter a operação dentro das condições de funcionamento permissíveis pelos atuais equipamentos.

"Assim, quando ocorre defeito em algum desses equipamentos, mesmo com a utilização das unidades reservas, há uma queda considerável na produção de água do Sistema, prejudicando principalmente as cidades localizadas no extremo das linhas adutoras, como é o caso de Cacimbinhas".

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