comércio ilegal

PC apreende 420 litros de combustíveis clandestinos em Marechal Deodoro

Grupo vendia 600 litros/dia de gasolina batizada por R$ 3,75 o litro; dois foram presos
Por Redação 08/01/2026 - 15:16
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Ascom PCAL
Policiais prendem dois homens em imóvel onde o combustível era comercializado
Policiais prendem dois homens em imóvel onde o combustível era comercializado

O comércio ilegal de combustíveis foi alvo de uma operação da Polícia Civil de Alagoas nesta quarta-feira, 7, que resultou na apreensão de 420 litros do combustível batizado, comercializado em Marechal Deodoro a R$ 3,75 o litro. 

Equipes da Seção de Combate ao Roubo de Cargas da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), coordenada pelos delegados João Marcello Almeida e Pedro Henrique Alves, também coibiu o transporte e armazenamento irregular de produtos perigosos, sem a devida autorização legal.

A operação policial foi motivada por denúncias anônimas que apontavam  a venda ilegal de combustíveis em um imóvel localizado no bairro Taperaguá. No local, os policiais constataram a prática criminosa em flagrante. pelo menos dois homens, de 22 e 23 anos, foram detidos. 

No imóvel, foram apreendidos aproximadamente 400 litros de substância semelhante à gasolina e cerca de 20 litros de óleo diesel, armazenados de forma precária, além de um reboque carregado com diversos galões de combustível. 

As investigações preliminares apontaram ainda que o local comercializava cerca de 600 litros de combustível por dia. Dante dos fatos, os suspeitos foram conduzidos à sede da Dracco, em Maceió, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante.

O procedimento investigativo seguirá sob responsabilidade da unidade especializada, que dará continuidade às apurações para identificar a origem dos combustíveis e a possível participação de outros envolvidos na rede de comercialização irregular.

“O armazenamento e a comercialização clandestina de combustíveis, além de configurarem crimes contra a ordem econômica e o meio ambiente, representam um grande risco à segurança pública. Atuamos de forma rápida e eficiente para conter a atividade e responsabilizar os envolvidos”, disse o delegado João Marcello.


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