Interior
Prefeitura descarta novo caso de meningite B em União dos Palmares
Doença foi diagnosticada no dia 13 em um paciente adulto, que tem quadro de saúde estável
A Prefeitura de União dos Palmares descartou, na manhã desta sexta, 16, o segundo caso de suspeito de meningite meningocócica, após resultado laboratorial negativo. Em nota, a prefeitura informou que o paciente segue internado, estável, e em investigação para outras patologias. Com a liberação do exame, fica descartado o diagnóstico de meningite meningocócica do sorogrupo B, não se confirmando, portanto, mais um caso da doença no município.
Na última terça, 13, a secretaria de saúde da cidade confirmou um caso de paciente diagnosticado com meningite do Tipo B. O paciente estava viajando e ao chegar ao município apresentou os sintomas, recebendo o atendimento necessário. Ainda segundo a prefeitura, o paciente está em tratamento e se encontra estável.
Nesta sexta-feira, 16, a Secretaria Municipal de Saúde de Maceió (SMS) divulgou informações sobre a necessidade de que pais e responsáveis reforcem a vacinação contra meningites em crianças. As doenças são graves, podem evoluir rapidamente e causar sequelas permanentes ou até levar ao óbito.
As meningites são inflamações das meninges (membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal) e podem ser causadas por diferentes agentes infecciosos, como vírus e bactérias. Entre as formas mais graves estão as meningites bacterianas, especialmente as causadas pelo meningococo, que possuem maior risco de complicações e demandam atenção imediata.
Atualmente, a vacina contra a meningite C encontra-se disponível gratuitamente na rede municipal de saúde de Maceió e também no interior do estado para crianças menores de 1 ano. Já o reforço para crianças com 1 ano de idade e adolescentes de 11 a 14 anos é feito com a vacina meningocócica ACWY, conforme preconiza o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde. Essa vacina amplia a proteção contra os sorogrupos A, C, W e Y do meningococo, com maior cobertura e segurança.
A imunização é fundamental não apenas para a proteção individual, mas também para reduzir a circulação da bactéria na comunidade. Isso contribui para a proteção coletiva e evita surtos da doença. Manter altas coberturas vacinais é essencial para o controle das meningites e outras doenças imunopreveníveis.



