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Réus foram condenados em júri realizado na 8ª Vara Criminal da Capital, em Maceió
Sete anos após a anulação do primeiro julgamento, a Justiça voltou a condenar os acusados de um duplo homicídio ocorrido em 2006, no município de Batalha. O júri popular terminou nesta segunda-feira, 27, na 8ª Vara Criminal da Capital, em Maceió, com a condenação de José Anselmo Cavalcanti de Melo, conhecido como Preto Boiadeiro, e Thiago Ferreira dos Santos, o “Pé de Ferro”.
Preto Boiadeiro foi condenado a 32 anos e três meses de reclusão, enquanto Pé de Ferro recebeu 58 anos e quatro meses de prisão, repetindo a pena aplicada no primeiro julgamento.
Segundo o Ministério Público de Alagoas (MPAL), a acusação apresentou provas consideradas decisivas para demonstrar a autoria material do assassinato do sargento reformado da Polícia Militar Edivaldo Joaquim de Matos e de Samuel Theomar Bezerra Cavalcante.
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O caso aconteceu em 2006, em Batalha, no interior de Alagoas. Na época, as vítimas foram mortas a tiros. O processo se estendeu por quase duas décadas até a realização do novo julgamento.
Os dois réus já haviam sido condenados em 2019, quando receberam penas que somavam mais de 50 anos de prisão. No entanto, a sentença foi anulada após a Justiça identificar um erro técnico durante o júri.
De acordo com o acórdão que anulou a decisão, a participação de uma estagiária do tribunal durante a sessão comprometeu a imparcialidade do julgamento.
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