EM ARAPIRACA

Digitais identificam homem morto que usava documento adulterado após morte

Corpo chegou ao instituto portando carteira de identidade com dados legítimos de outra pessoa
Ascom Polícia Científica
Impressões digitais descartaram primeira hipótese no caso
Impressões digitais descartaram primeira hipótese no caso

O trabalho de identificação humana realizado pela equipe do Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca foi fundamental para esclarecer a verdadeira identidade de um homem que morreu após ser apontado como suspeito do assassinato de um empresário na cidade.

O caso chamou a atenção dos peritos porque o corpo chegou ao instituto portando um documento com dados legítimos, mas que havia sido adulterado com a substituição da fotografia. As inconsistências foram percebidas durante os procedimentos de identificação realizados no IML.

Ao confrontarem as informações do documento com os registros disponíveis nos sistemas oficiais, os peritos constataram indícios de que a identidade apresentada não correspondia ao homem morto. A partir daí, teve início um trabalho de investigação papiloscópica que levou à descoberta da identidade verdadeira do suspeito.

A análise preliminar revelou que o documento possuía dados legítimos e pertencia a uma pessoa real. No entanto, a fotografia havia sido substituída pela imagem do homem morto, indicando o uso de uma identidade falsa. Sem uma identificação confirmada, os profissionais da Polícia Científica iniciaram uma série de diligências para descobrir quem era, de fato, o indivíduo que havia chegado ao instituto.

Impressões digitais descartaram primeira hipótese No decorrer das investigações, um prontuário foi encaminhado ao IML por equipes envolvidas na apuração do caso. As informações presentes no documento indicavam uma possível correspondência com o homem morto. A hipótese, porém, foi descartada após a análise papiloscópica.

Para a Polícia Científica, o caso demonstra a importância dos exames de identificação humana e do cruzamento de informações entre diferentes bases de dados. O trabalho técnico realizado pela equipe do IML permitiu estabelecer, com segurança científica, a verdadeira identidade do homem e garantir a confiabilidade das informações produzidas durante a investigação.


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