Justiça
Magistratura alagoana está entre as dez mais produtivas do país
Relatório publicado anualmente pelo CNJ reúne dados dos 91 tribunais do país e do STF
A magistratura alagoana está entre as mais produtivas do Brasil. De acordo com o relatório Justiça em Números 2026, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Alagoas ocupa a 2ª posição entre os tribunais de pequeno porte no Índice de Produtividade dos Magistrados (IPM), com 2.695 casos baixados por magistrado, ficando atrás apenas do TJAM (4.464). A nível nacional, Alagoas ocupa a 8ª posição.
O IPM mede a quantidade de processos baixados por magistrado ao longo do ano, sendo um dos principais indicadores utilizados pelo CNJ para avaliar o desempenho da prestação jurisdicional.
Para o juiz Rafael Casado, presidente da Associação Alagoana de Magistrados (Almagis), os dados evidenciam que a valorização da magistratura e o aprimoramento das condições de trabalho refletem diretamente no fortalecimento da prestação jurisdicional e na ampliação dos benefícios entregues ao cidadão.
“Os dados do CNJ mostram que a magistratura alagoana vem elevando seus índices de produtividade ano após ano, em uma demonstração permanente de compromisso com a sociedade. Esse resultado é fruto da dedicação de magistrados e magistradas que, mesmo diante do crescimento contínuo da demanda processual, seguem entregando uma Justiça cada vez mais célere, eficiente e de qualidade. É essa a resposta que a sociedade espera e merece. Os números também evidenciam que investir na valorização da magistratura e em melhores condições de trabalho significa fortalecer a prestação jurisdicional e beneficiar diretamente o cidadão”, destacou o juiz.
Relatório Justiça em Números
Publicado anualmente pelo CNJ, o Justiça em Números é o principal diagnóstico estatístico do Poder Judiciário brasileiro e um dos mais importantes instrumentos de transparência da Justiça. A publicação reúne informações dos 91 tribunais do país e, pela primeira vez nesta edição, também do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em 2025, o Poder Judiciário registrou 40,9 milhões de novos processos, 44,7 milhões de processos julgados e 45,2 milhões de processos baixados, evidenciando mais um ano de elevada produtividade.




