Polícia
Médica denuncia abuso sexual e gravidez em adolescente atípica em Arapiraca
Vítima com déficit cognitivo admitiu violência sexual durante consulta em posto médico
Policiais militares foram acionados na manhã de sexta-feira, 10, para prestar apoio a um profissional de saúde que constatou, durante exame a uma paciente com deficiência cognitiva, sinais de estupro e gravidez. A vítima, uma adolescente do povoado de Cangandu, em Arapiraca, confessou que vinha sendo abusada e afirmou que não fez denúncia porque era ameaçada.
Segundo a PM, os militares foram acionados para comparecer à UBS (Unidade Básica de Saúde) da região e ouviram da médica que atendeu a menor de idade sobre os indícios de abuso sexual. A garota está nos primeiros meses de uma gestação. A mãe da menina disse que não sabia do ocorrido e nem da gestação.
Com o apoio do Conselho Tutelar, mãe e filha foram acompanhadas pelos policiais até o Hospital de Emergência do Agreste e, depois, à Delegacia da Criança e do Adolescente, para realização dos procedimentos cabíveis.
A PM realizou diversas rondas nos endereços informados pela mãe para tentar localizar o suspeito, mas o resultado não foi positivo. O caso segue sob investigação.



