Censo
Alagoas ganha apenas 280 habitantes em um ano e população fica estagnada
Estado chega a 3,22 milhões de moradores e registra uma das menores taxas de crescimento
Alagoas chegou a 3.221.128 habitantes em 2026, mas praticamente não apresentou crescimento populacional em relação ao ano passado. O estado ganhou apenas 280 moradores na comparação com 2025, quando tinha população estimada em 3.220.848 pessoas, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A variação foi de aproximadamente 0,01%. Com o resultado, Alagoas ficou ao lado do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul entre os estados com as menores taxas de crescimento populacional do Brasil entre 2025 e 2026.
Os números fazem parte das Estimativas da População residente nos municípios brasileiros, divulgadas nesta sexta-feira, 28 de agosto, e têm como data de referência 1º de julho de 2026.
Maceió continua sendo o município mais populoso de Alagoas e chegou a 995.134 habitantes. Apesar de permanecer abaixo da marca de 1 milhão, a capital apresentou o maior aumento em números absolutos entre os municípios alagoanos, com 182 moradores a mais que na estimativa de 2025.
Arapiraca aparece na segunda posição, com 243.998 habitantes. Depois estão Rio Largo, com 97.742; Palmeira dos Índios, com 73.631; Marechal Deodoro, com 62.528; União dos Palmares, com 60.855; e Penedo, com 60.183 habitantes.
Na outra ponta está Pindoba, que permanece como o menor município alagoano em população, com 2.785 habitantes. Mar Vermelho tem 3.207 moradores; Feliz Deserto, 4.033; Jundiá, 4.175; e Olho d'Água Grande, 4.379.
A estabilidade registrada em Alagoas contrasta com o crescimento do Nordeste. A região chegou a 57,4 milhões de habitantes em 2026, aumento de 0,21% em relação ao ano anterior, e concentra 26,8% da população brasileira.
No país, a população alcançou 214,2 milhões de habitantes, crescimento de 0,37% em relação a 2025. O Sudeste continua sendo a região mais populosa, com 89 milhões de moradores, seguido pelo Nordeste, com 57,4 milhões.
As estimativas populacionais do IBGE são utilizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), entre outros parâmetros, para os cálculos dos Fundos de Participação dos Estados e dos Municípios, além de servirem de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.



