POLÍTICA

Marina JHC e Davi Davino: como chegam à reta final da disputa pelo Senado

A uma semana da votação, Marina JHC empata com Lira e Renan, e Davi Davino busca espaço no Senado
Divulgação
Marina JHC e Davi Davino chegam ao fim da campanha para o Senado em posições distintas nas pesquisas
Marina JHC e Davi Davino chegam ao fim da campanha para o Senado em posições distintas nas pesquisas

Marina JHC (PSDB) e Davi Davino Filho (Republicanos) disputam uma das duas vagas de Alagoas no Senado e chegam às últimas semanas de campanha em posições distintas nos levantamentos de intenção de voto. Marina aparece entre os nomes mais citados, em empate técnico com Arthur Lira (PP) e Renan Calheiros (MDB). Davi ocupa o quarto lugar, com percentuais que variam conforme o instituto e a metodologia.



Marina JHC cresce e entra no grupo da frente


Estreante em disputas eleitorais, Marina JHC saiu da terceira posição na Quaest e alcançou dois nomes de peso da política alagoana. Na pesquisa que saiu em setembro, avançou cinco pontos, de 15% para 20%, e empatou numericamente com Arthur Lira. No Real Time Big Data, chega a 23%.

O impulso vem em parte da chapa. Marina integra a campanha de JHC (PSDB) candidato ao Governo de Alagoas e divide com ele caminhadas, carreatas e encontros com eleitores. Nas últimas semanas, ganhou a estrada sozinha, pela capital e pelo interior. Na reta final, acompanha a Caravana da Mudança.

Davi aposta no contato direto com o eleitor


Davi Davino Filho chega à reta final atrás dos três primeiros colocados, mas com espaço na disputa. No Real Time Big Data, tem 17% das intenções de voto. Na Quaest, o índice cai para 10%.

A sua campanha concentra esforços no contato direto com os eleitores e na presença em várias regiões de Alagoas. A agenda das últimas semanas reúne caminhadas, carreatas, reuniões e encontros com lideranças. Além de defender uma atuação independente no Senado, Davi aposta também na renovação política e diz que pretende atuar sem vínculo com os outros grupos. Saúde, geração de empregos e qualificação profissional estão entre as propostas.

A Paraná Pesquisas, divulgada em setembro, mostra um cenário mais distante. No estimulado com os dois votos, Davi tem 25,7%, contra 41,2% de Arthur Lira, 37,8% de Marina e 34,6% de Renan Calheiros. A margem de erro é de 2,7 pontos. Como cada eleitor vota em dois nomes, os percentuais somam mais de 100%.

Reta Final


O eleitor alagoano escolhe dois nomes para o Senado no domingo, 4 de outubro, e a definição ainda não está fechada. Na Quaest, 76% dos entrevistados dizem que o voto já é definitivo, mas 23% admitem mudar de candidato até a eleição. Na pesquisa espontânea, 60% não souberam citar nenhum nome.

Nesse cenário, o desafio de Marina é manter o ritmo de crescimento e consolidar o lugar no grupo da frente. O de Davi é transformar a presença nas ruas em votos suficientes para encostar nos líderes.

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