ELEIÇÕES 2026
Urna eletrônica com defeito: o que acontece e o que fazer?
Eleitor deve comunicar o problema ao mesário e aguardar as orientações da equipe eleitoral
Caso a urna eletrônica apresente defeito durante a votação, o eleitor deve comunicar o problema ao mesário e aguardar as orientações da equipe responsável pela seção eleitoral. Dependendo da falha, o equipamento pode ser substituído para que a votação tenha continuidade. Quando ocorre um problema, os mesários acionam a equipe responsável pela manutenção e seguem os procedimentos de contingência estabelecidos pela Justiça Eleitoral. Se a falha não puder ser solucionada, a urna pode ser trocada por outro equipamento.
A substituição de urnas já ocorreu em eleições anteriores. No primeiro turno das eleições de 2022, um boletim divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante a tarde de 2 de outubro registrou a troca de mais de 3,2 mil urnas eletrônicas. Naquele pleito, foram disponibilizadas 472.075 urnas para a votação. As substituições registradas pelo TSE corresponderam a cerca de 0,6% do total de equipamentos utilizados.
O eleitor não deve tentar desligar a urna, mexer nos cabos ou operar o equipamento por conta própria. A orientação é informar o problema ao mesário e aguardar as instruções da equipe eleitoral.
Se a falha impedir a conclusão do voto, o eleitor deve comunicar a situação à mesa receptora e solicitar esclarecimentos sobre o procedimento que será adotado. A medida dependerá do tipo de problema apresentado e das orientações da Justiça Eleitoral.
Os votos que já tiverem sido registrados no equipamento com defeito são tratados conforme os procedimentos de contingência estabelecidos pela Justiça Eleitoral. Em caso de dúvidas, o eleitor pode consultar as informações oficiais do TSE sobre a votação e o funcionamento das urnas eletrônicas.



