São Luís do Quitunde
Diretor de usina cita medidas de Renan Filho para setor sucroenergético
Mudanças na política tributária estadual contribuíram para a atuação das usinas alagoanas
Representantes do setor sucroenergético citaram medidas adotadas durante a gestão de Renan Filho (MDB) no Governo de Alagoas em encontro realizado na terça-feira, 28, na Usina Santo Antônio, em São Luís do Quitunde.
O diretor-superintendente do Grupo Santo Antônio, Ernesto Maranhão Neto, afirmou que mudanças na política tributária estadual contribuíram para a atuação das usinas alagoanas no mercado e comentou a possibilidade de uma nova candidatura de Renan Filho ao governo.
“Foi fundamental. O governador Renan compreendeu a necessidade do setor e fez a mesma política adotada por Pernambuco. A partir de então, tivemos uma performance muito melhor”, afirmou.
@extraalagoas A Ladeira da Moenda, que liga o bairro do Feitosa à Pitanguinha, será interditada na próxima quarta-feira, 29, das 9h às 16h, para a realização do remanejamento de um poste de energia pela Equatorial Alagoas. A medida é necessária para garantir a segurança da população e permitir a continuidade das ações em um imóvel que sofreu colapso parcial nos últimos dias. Após a ocorrência, as equipes da Defesa Civil constataram que a estrutura remanescente da residência ficou comprometida e deverá ser demolida. Para isso, o poste de energia que está localizado junto à edificação será deslocado antes que a demolição possa ser executada com segurança. Imagens: Reprodução Veja matérias exclusivas e textos opinativos no ojornalextra.com.br 📱💻
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“O setor deve muito ao governador Renan por ter tido a determinação e a coragem de fazer o que os governos anteriores não tiveram sensibilidade para fazer”, acrescentou.
Segundo Maranhão Neto, Alagoas não contava com incentivos de ICMS nos mesmos moldes dos adotados por Pernambuco, Paraíba e Bahia para a produção de açúcar e etanol, o que afetava a participação das usinas locais no mercado interno.
Ele declarou que a equiparação tributária ampliou a produção destinada ao consumo interno e teve efeito sobre a arrecadação estadual.
“O que parecia uma renúncia de receita terminou aumentando a produção para o mercado interno e, consequentemente, a arrecadação. Foi uma política inteligente e racional”, ressaltou.
Em 2022, no último ano da gestão de Renan Filho, dois decretos alteraram regras tributárias aplicadas ao setor sucroenergético. De acordo com Maranhão Neto, as medidas contribuíram para a cadeia produtiva e para a redução do preço do etanol.
O diretor também mencionou a atuação de Renan Filho no Senado em pautas ligadas aos produtores independentes de cana-de-açúcar, entre elas uma medida provisória do governo federal voltada aos fornecedores do Nordeste.
A proposta prevê subvenção de R$ 12 por tonelada de cana para produtores independentes e agricultores familiares na safra 2025/2026. A medida, em vigor desde 30 de junho, ainda depende de aprovação do Congresso Nacional para ser convertida em lei.
Segundo Maranhão Neto, o auxílio pode compensar parte da queda superior a 30% no preço da matéria-prima registrada no último ano.
“Esse dinheiro chega em muito boa hora e é fruto exatamente desse trabalho incansável do senador Renan Filho em apoiar o setor. Nós somos muito agradecidos ao senador Renan Filho, ao senador Renan e a todo o grupo político, que sempre esteve disposto a atender as demandas do setor”, afirmou.
Ao comentar a pré-candidatura de Renan Filho ao Governo de Alagoas, o diretor manifestou apoio a uma eventual nova gestão.
“Eu considero um dos melhores governadores que Alagoas já teve, não só para o setor, mas para o Estado como um todo. Já mostrou que sabe fazer e trabalha. Seria uma felicidade muito grande poder contar novamente com mais um mandato”, concluiu.



