O risco Master
O pedido de antecipação do inventário também foi motivado pela preocupação dos herdeiros diante da possibilidade de quebra do Banco de Brasília (BRB), com risco de os R$ 332 milhões virarem pó.
Os recursos do espólio da Laginha e mais R$ 3 bilhões em depósitos judiciais de Alagoas foram aplicados no BRB por decisão do TJAL. A transação ocorreu em dezembro de 2024, no apagar das luzes da gestão de Fernando Tourinho na presidência do tribunal.
“Se arrependimento matasse, o desembargador Fernando Tourinho não estaria vivo”. É o que alguns magistrados falam nos corredores do TJAL ao pressentirem o estado de ânimo do desembargador após a fraude do Master, que ameaça quebrar o BRB.
Desde que passou o comando do tribunal para Fábio Bittencourt, o desembargador Fernando Tourinho não se conforma em ser ex-presidente da Corte, o que tem desgastado a relação entre os magistrados.
O clima azedou de vez após o rolo do BRB versus Master, culminando, nesta semana, com a saída de Tourinho da direção da Escola da Magistratura. Nos corredores do TJ, fala-se em inação da ESMAL da gestão Tourinho.



