Edifício Maison Paris, Jatiúca, Maceió. Na madrugada do dia 29 de maio, moradores despertaram às pressas. Fumaça, calor e cheiro de queimado. Um apartamento do prédio estava pegando fogo. No lugar da calma, o desespero falou mais forte. E o resultado foi trágico: um óbito, um edifício esvaziado e lembranças traumáticas entre todos os condôminos.
De acordo com o major Valdomiro Cavalcante, do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas, no momento de tensão, a pessoa não consegue ter um raciocínio lógico e é tomada pelo desespero e pela angústia. "O momento para se imaginar a nossa reação deve ser anterior ao incidente. É interessante que os moradores, os trabalhadores tenham consciência e conheçam o lugar onde moram e trabalham para que em casos de incêndios todos os envolvidos saibam como proceder", afirmou.
No caso registrado na última semana, muitas pessoas não souberam como reagir e utilizaram o elevador, por exemplo, o que não é recomendado de maneira alguma. "Em situações de incêndio a energia do local pode atingir o elevador, e até mesmo a estrutura dele. É possível que ele pare de funcionar e que as pessoas fiquem encurraladas, ou até mesmo ele quebre, e elas não consigam sair de dentro", disse o major.
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