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Maceió vai usar dados da Ufal para definir retorno das aulas presenciais

Por Bruno Fernandes com Secom Maceió 09/02/2021 - 17:05
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Divulgação
Aulas em Maceió ainda não possuem previsão de retorno
Aulas em Maceió ainda não possuem previsão de retorno

O retorno às aulas presenciais da rede municipal de Maceió só deve ocorrer ocorrer após análise da matriz de risco indicada pelo Observatório Alagoano de Políticas Públicas para o Enfrentamento da COVID-19.

A discussão para a criação de uma parceria ocorreu nesta segunda-feira, 8, entre o secretário de Educação de Maceió, Elder Maia, e representantes do observatório, que reúne pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e tem sede na Faculdade de Nutrição (Fanut).

O Observatório Alagoano de Políticas Públicas para o Enfrentamento da COVID-19 é um grupo multidisciplinar que avalia as políticas públicas no estado de Alagoas no contexto de enfrentamento à pandemia da COVID-19 e suas consequências. Os pesquisadores também publicam relatórios periódicos acerca da pandemia em Alagoas.

O coordenador do grupo, professor Gabriel Pádua, que esteve na reunião, afirmou que a parceria será importante para desenvolver políticas públicas em prol dos maceioenses baseadas na ciência.

“Essa parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Maceió será importante não só para aumentar a compreensão da sociedade maceioense sobre o vírus, mas também desenvolver políticas com base em evidências técnico-científicas.” diz o professor.

O último relatório divulgado pelo grupo nesta terça-feira, 9, revelou que a ocupação hospitalar no interior do estado chegou a 72%, ultrapassando a margem de segurança de 70% recomendada pelo Consórcio Nordeste.

Ainda de acordo com o documento elaborado pela Universidade Federal de Alagoas, com a recente alta de novos casos de covid-19, houve também um aumento expressivo na ocupação de leitos destinados exclusivamente para o tratamento da doença.

Na capital, Maceió, até a última segunda-feira, 8, era apresentada uma ocupação de 53%. Além além de ser constatado um aumento geral de 10% na ocupação dos leitos nesta última semana.

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