ÍNDICE FIPEZAP
Pesquisa aponta os bairros de Maceió com metro quadrado mais caro; confira
Realizar o sonho da casa própria ficou novamente mais caro para os alagoanos no último mês de junho, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 6, pelo índice FipeZap, que acompanha a valorização dos imóveis nas 50 principais cidades do Brasil.
De acordo com o índice, a alta nominal do FipeZap no primeiro semestre de 2021 e impulsionada pelas variações de preço registradas em todas as capitais monitoradas, fizeram o preço do metro quadrado em Maceió registrar alta de 8,16%, sendo considerada a maior valorização semestral registrada desde agosto de 2014.
O valor médio do metro quadrado em Maceió custa em torno de R$ 5.724. Ainda segundo o índice, o bairro da Pajuçara é o bairro mais caro para se adquirir um imóvel na capital alagoana, com um valor médio de R$ 7.437/m², seguido de Jacarecica (R$ 7.215 /m²), Jatiúca (R$ 6.145/m²) e Ponta Verde (R$ 6.070 /m²).
O bairro que mais sofreu valorização nos últimos 12 meses, no entanto, foi Cruz das Amas, que aparece na sexta posição das regiões mais caras para se adquirir a casa própria. Nos últimos meses o bairro valorizou +27,4%, com o preço médio do metro quadrado sendo comercializado por R$ 5.343/m².

Na análise de todos os 50 municípios que integram o FipeZap, o Rio de Janeiro (RJ) permanece como o local mais caro para se comprar um imóvel, com o preço do metro quadrado na casa dos R$ 9.545. Os preços na capital fluminense acumulam valorização de 1,05% no primeiro semestre e de 2,29% nos últimos 12 meses.
A Cidade Maravilhosa é acompanhada cada vez mais de perto por São Paulo (SP), que acumula valorização superior a 2,21% no valor do metro quadrado nos primeiros seis meses deste ano (R$ 9.529). Agora, para se tornar proprietário de um imóvel de 65 m² na capital paulista custa, em média, quase 620 mil.
Na terceira colocação do índice, Brasília (DF) se manteve mais uma vez na frente de Balneário Camboriú (SC) e de Florianópolis com o preço médio do metro quadrado construído estimado em R$ 8.336, contra R$ 8.116 e R$ 7.900 das cidades catarinenses.
Na outra ponta do índice, a cidade de Betim (MG) segue com o metro quadrado mais barato do Brasil, de R$ 3.056). O município mineiro é seguido por São José dos Pinhais (PR) e Pelotas (RS). Nos municípios, cada espaço mínimo de terra está avaliado em R$ 3.644 e 3.710, respectivamente.
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