Trânsito

Atropelamento na faixa de pedestre revolta família e deixa vítima lesionada

Garota de 15 anos sofreu cortes na cabeça, coxa e escoriações pelo corpo
Por Tamara Albuquerque 02/01/2026 - 14:28
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Divulgação
Grupo atravessa na faixa de pedestre quando foi atropelado
Grupo atravessa na faixa de pedestre quando foi atropelado

O atropelamento de um grupo de pessoas na faixa de pedestre num dos pontos mais movimentados da Ponta Verde, em Maceió, ocorrido na tarde de quinta-feira, 1º, não deixou vítimas fatais, mas gerou pânico em quem estava no local e presenciou a cena e deixou duas jovens machucadas fisicamente e traumatizadas.

Familiares das vítimas estão revoltados com o fato do condutor do veículo não ter parado para prestar socorro, fugindo após cometer a infração grave no trânsito. Lucilene da Conceição, mãe da garota de 15 anos que foi lançada na pista, está em choque. A menina, chamada Dandara, foi socorrida à UPA com um corte na cabeça e outro na coxa, perdendo muito sangue. Além dos cortes, ela está com escoriações no corpo. 

Dandara disse que acreditou que o motorista fosse parar na faixa de pedestre, pois outros dois carros pararam para liberar a passagem das pessoas. Ela não lembra do momento da pancada, mas do instante seguinte em função da dor e do medo. Por causa dos ferimentos, a garota deve ficar em casa, de repouso, e perderá o final das aulas referentes ao ano 2025 que começa em breve.

A amiga dela, Tailane, também foi atropelada. A menina machucou o pé e foi retirada da pista por duas pessoas que presenciaram o atropelamento. As duas estavam a caminho da barraca de coco, pertencente a tia de Dandara, quando foram acidentadas.

Lucilene, conhecida como Jéssika, soube do atropelamento momento após ter ocorrido. Disse ter ficado abalada, assim como a família inteira. Ela espera que o condutor seja identificado e punido por ter descumprido as normas do trânsito e ter fugido sem prestar socorro. 

Na UPA, Dandara não foi submetida a uma tomografia, o que preocupa sua mãe. Lucilene acredita que terá de procurar outro serviço público para investigar se houve trauma mais grave na cabeça da filha, que sente dores.




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