Coliformes
Litoral de Alagoas tem boa balneabilidade, mas 10 trechos estão impróprios
Banhista deve ficar atento e evitar mergulhar em pontos sob influência de cursos d’água doce
O litoral de Alagoas apresenta um bom nível de balneabilidade das praias, principalmente no litoral Sul. Segundo a Gerência de Laboratório (Gelab) do Instituto do Meio Ambiente (IMA) do estado, nos 18 pontos definidos para coleta de água no litoral Sul, apenas um ponto é considerado impróprio para banho: na foz do Rio Niquim na Barra de São Miguel.
O trecho da praia é considerado impróprio para banho quando a presença da bactéria Escherichia coli exceder um limite de 800 NMP (Número Mais Provável) por 100 mL da amostra de água em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em uma de cinco semanas anteriores.
No litoral Norte, o banho de mar é desaconselhável em dois trechos entre os 21 analisados. Ambos os trechos estão na foz de um rio, no caso a Praia de Maragogi na Foz do Rio Maragogi, e na mesma praia na Foz do Rio Persinunga.
Já as praias de Maceió, aparecem impróprias em sete trechos entre os 20 pontos de coletas. São Eles:
1- Praia do Pontal da Barra/Av. Assis Chateaubriand, ±500m ao Norte do Emissário da CASAL
2- Praia da Avenida/Av. da Paz, frente ao Posto SHELL
3- Praia da Avenida/Av. Assis Chateaubriand, interseção com a Rua Barão de Anadia
4- Praia da Ponta Verde/Av. Silvio Carlos Viana, frente Corretora Márcio Raposo
5- Praia de Ponta Verde/Av. Álvaro Otacílio, entre as Ruas General. Dr. João Saleiro Pitão e Dr.Rubens Canuto
6- Praia de Cruz das Almas/Av. Brigadeiro Eduardo Gomes, frente ao RITZ Residence e
7- Praia de Jacarecica/Rua Herry V. Vieira de Paula, Frente à Rua"A”
O IMA de Alagoas lembra que a saúde e o bem-estar humano podem ser afetados pelas condições de balneabilidade. Considerando diversas variáveis intervenientes nas condições das praias, principalmente as fortes chuvas e sua relação com a possibilidade de riscos à saúde dos frequentadores, recomendam-se que seja evitados banhos, no caso de praias influenciadas pela presença de cursos d’água, nas 24 horas subsequentes à ocorrência de chuvas. Durante este período é maior a probabilidade de contaminação por matéria de origem fecal e, consequentemente, o risco de se contrair doenças infecciosas.
Também orienta que seja evitada, em qualquer época, a utilização de áreas que estejam diretamente sob influência de rios, canais e córregos. Além disso, o banhista deve evitar ingerir a água do mar, com redobrada atenção para com as crianças, que são mais sensíveis e menos imune do que os adultos.



