Habitação
Minha Casa começa a funcionar com limites de renda e de financiamento
Famílias podem fazer simulações para o financiamento pelo programa através do site da Caixa
A Caixa começa a operar, a partir da próxima quarta-feira,22, as novas condições do Programa Minha Casa, Minha Vida, aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS e regulamentadas pelo Ministério das Cidades. As medidas ampliam o acesso ao financiamento habitacional, com atualização dos limites de renda familiar e dos valores máximos dos imóveis financiáveis. As famílias podem realizar simulações para o financiamento pelo programa através do site do banco ou do aplicativo Habitação Caixa, e prosseguir com a contratação.
As mudanças promovidas no programa possibilitam o reenquadramento de famílias em faixas com condições mais vantajosas de financiamento, inclusive com acesso a taxas de juros menores. Na prática, famílias com renda em torno de R$ 3.000, que anteriormente estavam enquadradas na Faixa 2, passam a acessar as condições da Faixa 1, beneficiando-se da redução da taxa mínima de juros. Essa redução representa uma diminuição de pelo menos 0,25 ponto percentual, com impacto direto na redução do custo total do financiamento ao longo do contrato.
O que muda na prática
O presidente da Caixa, Carlos Vieira, ressalta o papel do banco como principal agente financeiro do Minha Casa, Minha Vida e operador do FGTS. “Com a atualização do programa, podemos expandir o conjunto de imóveis passíveis de financiamento. Isso significa mais alternativas para quem busca conquistar a casa própria. Ao mesmo tempo, o programa preserva seu caráter social, mantendo condições diferenciadas de financiamento, com taxas de juros e prazos favoráveis para as famílias de menor renda", comentou.
Para a vice-presidente de Habitação da Caixa, Inês Magalhães, as mudanças representam um avanço importante na política habitacional. “A atualização das regras do Minha Casa, Minha Vida permite que o programa acompanhe a realidade atual das famílias brasileiras e do mercado imobiliário. Com isso, ampliamos o acesso à moradia e fortalecemos uma política pública essencial para reduzir o déficit habitacional e promover inclusão social", afirma.
Com as novas condições, o programa passa a contemplar um número maior de famílias. Os principais ajustes envolvem a ampliação dos limites de renda bruta familiar mensal:



