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Queda no preço do milho deve aliviar preços de comidas típicas no São João
Produto é base para a culinária tradicional no Nordeste
O preço dos produtros à base de milho pode dar um alívio no bolso do consumidor da região Nordeste este ano. Dados recentes do mercado mostram que as cotações do milho registraram queda na maior parte do país, impulsionada pelo avanço da colheita da safra de verão e pelas condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras. Com a oferta maior, os preços do milho tendem a cair.
Segundo o Portal NE9, o aumento da disponibilidade do grão, especialmente em estados como Paraná e São Paulo deve provocar redução nos custos da matéria-prima — o que impacta diretamente a cadeia de alimentos típicos consumidos durante o São João, época em que o produto é mais usado em pratos típicos na região. A culinária da época junina, com os tradicionais pratos como pamonha, canjica, milho cozido, bolo de milho e curau, entre outros, depende diretamente do cereal, e qualquer variação no preço reflete no bolso do consumidor.
Para o Nordeste, onde o São João é uma das maiores manifestações culturais e também um forte motor econômico, a queda no preço do milho representa comidas típicas mais acessíveis e maior margem de lucro para ambulantes e comerciantes. Esse impacto no preço será percebido em breve nas primeiras colheitas. A tendência, até o momento, é de um São João com custos mais equilibrados para a culinária tradicional. E isso pode favorecer tanto o consumo quanto a movimentação econômica nas festas juninas.
Em abril de 2026, o preço da saca de milho estava cotado em torno de R$ 69,07



