InfoGripe

Alagoas aparece em boletim com alerta para casos de síndrome gripal grave

Casos continuam aumentando na maioria dos estados das regiões Nordeste e no Sul
Agência Brasil
Vacinação contra a gripe em Alagoas
Vacinação contra a gripe em Alagoas

Alagoas é citada no boletim InfoGripe entre os 14 estados brasileiros que apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo. A lista também é composta pelo Acre, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.

Os casos de SRAG associados ao vírus sincicial respiratório (VSR) continuam aumentando na maioria dos estados das regiões Nordeste, incluindo Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão e Rio Grande do Norte; região Sul, no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além de Amapá e Roraima, no Norte, e Rio de Janeiro e São Paulo, no Sudeste.

Em toda a Região Centro-Oeste, bem como nos estados do Acre, Pará, Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais, os casos de SRAG relacionados ao VSR permanecem em patamares elevados, mas já apresentam sinais de estabilização ou queda. Entre as capitais brasileiras, 11 apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo.

Entre elas estão Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), São Luís (MA) e Vitória (ES).

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) voltaram a crescer entre jovens, adultos e idosos. Segundo o informe, o avanço é impulsionado pelo aumento das hospitalizações provocadas pelos vírus influenza A e B nessas faixas etárias. Embora as internações por vírus sincicial respiratório (VSR) ainda estejam em alta entre crianças pequenas, o boletim identificou desaceleração no crescimento dos casos de SRAG em crianças de até quatro anos e redução das ocorrências graves entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos.


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