INVESTIGAÇÃO

IML confirma politraumatismo em caso de feminicídio em Arapiraca

Laudo aponta espancamento como causa da morte de mulher de 36 anos
Reprodução
Instituto Médico Legal confirmou politraumatismo como causa da morte de vítima em Arapiraca, no Agreste de Alagoas
Instituto Médico Legal confirmou politraumatismo como causa da morte de vítima em Arapiraca, no Agreste de Alagoas

O Instituto Médico Legal (IML) confirmou, nesta terça-feira, 23, que a causa da morte de Silvânia Maria da Silva, de 36 anos, vítima de feminicídio em Arapiraca, no Agreste de Alagoas, foi politraumatismo provocado por espancamento.

De acordo com o laudo, o conjunto de lesões graves foi provocado por agressões físicas intensas, incluindo golpes na região da cabeça. A vítima também teria sido alvo de tentativa de enforcamento antes das agressões que resultaram na morte.

Segundo informações da Polícia Civil, o suspeito utilizou um pedaço de madeira durante o ataque. Em seguida, teria tentado estrangular a companheira com uma corda improvisada, que se rompeu, o que fez com que as agressões continuassem.


As investigações apontam que o casal manteve um relacionamento por mais de 20 anos e estava separado há cerca de 90 dias. O homem não aceitava o fim da relação e vinha tentando reatar.

No dia do crime, houve discussão entre os dois antes do espancamento. Após as agressões, o suspeito teria colocado o corpo sobre uma cama na residência e tentado tirar a própria vida por enforcamento, mas a corda se rompeu. Ele então fugiu do local.

Ainda segundo a polícia, o homem chegou a confessar o crime a um amigo antes de desaparecer. O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias e a dinâmica completa do feminicídio.


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