lavagem de dinheiro

PF amplia Operação Metamorfo e aprofunda investigação sobre quadrilha em AL

Nova fase da operação cumpre 15 mandados em quatro estados para identificar integrantes
© Divulgação/Polícia Federal
Operação foi deflagrada pela Polícia Federal
Operação foi deflagrada pela Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 22, uma nova fase da Operação Metamorfo, que investiga uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas e na lavagem de dinheiro. As investigações tiveram início em Alagoas, em 2024, e revelaram que o grupo era comandado por um detento que continuava administrando o esquema financeiro de dentro do sistema prisional.

Nesta etapa, foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. A maior parte das diligências ocorreu na região metropolitana de Aracaju, em Sergipe, além de ações nos municípios de Tobias Barreto (SE), Guarulhos (SP) e Blumenau (SC).

De acordo com a Polícia Federal, a investigação começou em território alagoano após a identificação de que o líder da organização utilizava uma identidade falsa. Durante as apurações, os investigadores constataram que o suspeito já havia sido preso na Paraíba por uso de documento falsificado e por tentar subornar agentes de segurança pública.

Mesmo preso, ele teria continuado a comandar as atividades da organização criminosa, utilizando contas bancárias abertas com documentos falsos para movimentar recursos provenientes do tráfico de drogas.

A nova fase da Operação Metamorfo dá continuidade às ações realizadas anteriormente, quando foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Paraíba e São Paulo.

Segundo a Polícia Federal, o objetivo desta etapa é reunir novas provas sobre a estrutura financeira do grupo e identificar outros envolvidos que davam suporte logístico às atividades criminosas.

Não houve registro de novas prisões durante o cumprimento dos mandados em Santa Catarina e São Paulo. Todo o material apreendido será submetido à perícia e incorporado ao inquérito policial que apura a atuação da organização criminosa.


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