Política

Programas de incentivo idealizados por Rafael Brito podem gerar R$ 184,6 bi

Em Alagoas, impacto é ainda maior com a atuação do Cartão Escola 10, aponta estudo
Assessoria
Rafael Brito: em Alagoas, o impacto da política de incentivo é potencializado pela existência do Cartão Escola 10
Rafael Brito: em Alagoas, o impacto da política de incentivo é potencializado pela existência do Cartão Escola 10

Um estudo do Núcleo de Estudos Raciais do Insper estima que o Pé-de-Meia pode gerar R$ 184,6 bilhões em benefícios econômicos e sociais para o Brasil ao longo da vida dos estudantes beneficiados. A pesquisa também aponta que o programa pode contribuir para que cerca de 372 mil jovens a mais concluam o ensino médio por ano. Para o deputado federal Rafael Brito (MDB-AL), os números reforçam uma experiência que Alagoas conheceu primeiro: o Cartão Escola 10, programa criado por ele quando esteve à frente da Secretaria de Estado da Educação.

Criado por Rafael Brito, o Escola 10 estabeleceu um incentivo financeiro para estimular a permanência dos estudantes na escola e combater a evasão escolar. A experiência desenvolvida em Alagoas ganhou dimensão nacional quando Rafael participou da equipe de transição do governo federal e levou para as discussões sobre educação a experiência do programa alagoano, que serviu de modelo para a construção do Pé-de-Meia.

“Esse estudo mostra que aquilo que começamos em Alagoas estava no caminho certo. Quando criamos o Escola 10, acreditávamos que colocar o estudante no centro da política educacional, inclusive com um incentivo financeiro, era uma forma concreta de combater a evasão e garantir que ele permanecesse na escola. Hoje, os números mostram que esse tipo de política pode gerar um impacto enorme para o Brasil”, afirmou Rafael Brito.

Segundo o estudo do Insper, as cerca de 372 mil conclusões adicionais do ensino médio estimadas por ano representam ganhos que vão muito além da educação. Os pesquisadores calculam que cada conclusão pode gerar, em média, R$ 537,2 mil em benefícios econômicos e sociais, considerando fatores como aumento da renda ao longo da vida, produtividade, qualidade de vida e longevidade. A estimativa total chega aos R$ 184,6 bilhões.

O valor equivale a aproximadamente 15 vezes o custo anual estimado do Pé-de-Meia, de R$ 12 bilhões. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que esse valor representa uma estimativa dos benefícios acumulados ao longo da vida dos estudantes, e não um retorno financeiro imediato aos cofres públicos.

Para Rafael Brito, os resultados também reforçam a importância de Alagoas ter criado uma política de incentivo à permanência escolar antes da iniciativa nacional.

“Alagoas saiu na frente. O Escola 10 mostrou que, quando damos condições para o jovem permanecer na escola, estamos também dando a ele a possibilidade de construir um futuro diferente. Eu tive a oportunidade de levar essa experiência para a equipe de transição e contribuir para que uma política com essa lógica pudesse alcançar estudantes de todo o país.
Ver agora um estudo apontando o tamanho desse retorno é motivo de orgulho e mostra que estamos falando de uma política que transforma vidas”, destacou.

Em Alagoas, o impacto da política de incentivo é potencializado pela existência do Cartão Escola 10, criado por Rafael, que se soma ao Pé-de-Meia na rede pública estadual. A iniciativa alagoana consolidou uma estratégia que hoje ganhou alcance nacional e coloca o estado entre os pioneiros na adoção de políticas de transferência de renda vinculadas à permanência escolar.

“Educação é o maior investimento que um país pode fazer. Quando um jovem permanece na escola e conclui o ensino médio, ele aumenta suas chances de ter uma renda melhor, de encontrar novas oportunidades e de construir uma vida com mais dignidade. É exatamente por isso que criamos o Escola 10 e defendemos que essa política fosse ampliada”, completou Rafael Brito.


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