CRIME

Agricultura suspende vendas de 33 marcas de azeite por adulteração

Por Redação com Agência Brasil 02/10/2019 - 20:30
Atualização: 02/10/2019 - 20:37
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Divulgação
fraude consistia em  misturar óleo de soja ao azeite de oliva
fraude consistia em misturar óleo de soja ao azeite de oliva

O velho golpe de “batizar” produtos acrescentando substâncias que barateiam o processo de produção, ao que tudo indica, ainda é praticado em larga escala no Brasil. Hoje, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou suspendeu a comercialização de 33 marcas de azeite de oliva por terem sido adulteradas. Um golpe na boa-fé do consumidor.

A maioria das fraudes era praticada ao se misturar óleo de soja e óleos de origem desconhecida ao azeite. Mais de 50 lotes do produto de várias marcas foram descobertos com irregularidades em 2017 e 2018 e foram retiradas de circulação. Em todo caso, o consumidor deve continuar atento. As marcas que praticaram a fraude foram: Aldeia da Serra; Barcelona; Casa Medeiros; Casalberto; Conde de Torres; Dom Gamiero; Donana (premium); Flor de Espanha; Galo de Barcelos; Imperador; La Valenciana; Lisboa; Malaguenza; Olivaz; Oliveiras do Conde; Olivenza; One; Paschoeto; Porto Real; Porto Valencia; Pramesa; Quinta da Boa Vista; Rioliva; San Domingos; Serra das Oliveiras; Serra de Montejunto; Temperatta; Torezani (premium); Tradição; Tradição Brasileira; Três Pastores; Vale do Madero e Vale Fértil.

A recomendação para os comerciantes é de que verifiquem a procedência do azeite antes de formar os estoques que serão colocados à venda. Caso os supermercados venham a ofertar os produtos, podem ser punidos. “Embora os supermercados tenham sido alertados quanto às marcas que sistematicamente produzem azeite fraudado, muitos comerciantes ainda insistem em vender esse tipo de produto em razão do baixo preço”, ressaltou um técnico da pasta.

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