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Auxílio Emergencial 2021: veja o calendário do mês de julho
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A Caixa Econômica Federal está realizando atualmente os pagamentos do Ciclo 3, mas os quase 40 milhões de brasileiros já estão de olho no calendário de pagamento do mês de julho. O sétimo mês do ano será o período em que o governo vai liberar a 4ª parcela do benefício para milhões de brasileiros. O público deve ser formado por 29 milhões de informais e inscritos no Cadastro Único, além de quase 10 milhões de beneficiários do Bolsa Família.
A 4ª parcela do Auxílio Emergencial seria a última dessa nova rodada do benefício aprovada em 2021. No entanto, o governo deve anunciar em breve a prorrogação do Auxílio por mais três meses nos mesmos moldes, ou seja, com valores de R$ 150, R$ 250 e R$ 375 para em torno de 40 milhões de pessoas.
Dessa forma, falta apenas o governo editar uma medida provisória para oficializar que o Auxílio Emergencial vai durar até outubro de 2021. O anúncio deve sair no começo da próxima semana.
Assim como nos meses anteriores, a parceria entre o Ministério da Cidadania e a Dataprev vai continuar realizando a verificação de todos os cadastros antes de enviar à Caixa os dados de quem está aprovado para receber a 4ª parcela do Auxílio.
A checagem mensal é uma forma do governo garantir que o benefício não seja pago para quem porventura deixou de se enquadrar nas regras de um mês para o outro, como no caso daqueles que conseguiram um emprego de carteira assinada, por exemplo.
Assim, mesmo que o beneficiário já tenha recebido algumas das 3 parcelas anteriores do Auxílio Emergencial, o benefício será cancelado se os órgãos do governo encontrarem alguma inconsistência nos dados informados pelo cidadão na segunda rodada de pagamentos. Segundo o Ministério da Cidadania, para continuar recebendo o Auxílio Emergencial 2021 o cidadão não pode:
ter adquirido vínculo de emprego formal;
estar recebendo recursos financeiros provenientes de benefício previdenciário, assistencial, trabalhista ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Abono-Salarial PIS/PASEP e os benefícios do Bolsa Família;
ter indicativo de óbito no Sistema Nacional de Informações de Registro Civil - SIRC ou no Sistema de Controle de Óbitos - Sisobi ou ter o CPF vinculado, como instituidor, à concessão de pensão por morte de qualquer natureza; ou
estar preso em regime fechado ou ter o CPF vinculado, como instituidor, à concessão de auxílio-reclusão.
No entanto, caso o cidadão tenha o seu pagamento cancelado em julho de forma indevida e possa comprovar que possui direito ao auxílio, o governo deve abrir um novo prazo de contestação após o processamento dos dados.
Essa medida vem sendo aplicada desde o início da liberação do Auxílio Emergencial e neste último mês os brasileiros que tiveram o benefício cancelado após revisão dos cadastros ganharam o prazo de 16 a 26 de junho para realizar a contestação.
O pagamento da 4ª parcela em conta poupança digital está previsto para ocorrer a partir de 23 de julho para inscritos no Cadastro Único, trabalhadores informais, MEIs e desempregados.
Contudo, os beneficiários podem começar a receber o dinheiro alguns dias antes caso o governo resolva antecipar o calendário da 4ª parcela, assim como ocorreu nas parcelas 1, 2 e 3. Segundo ele, após a antecipação dos três ciclos do Auxílio em 2021 fica muito claro que o governo e o banco devem naturalmente acabar antecipando também o Ciclo 4, mas o anúncio deve demorar ainda algumas semanas. "Nós temos uma questão muito importante de acelerar o pagamento e manter a minimização de filas e aglomerações. Podemos, sem dúvida nenhuma, neste quarto ciclo, ter também uma antecipação", disse Guimarães em live.