xadrez político
Alagoas segue indefinida enquanto PT lista palanques para campanha de Lula
Estado está entre os três que ainda dependem de ajustes; partido diz ter 12 candidaturas próprias
Em Alagoas, a definição do palanque para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não está fechada. O estado integra o grupo considerado pendente pelo PT, ao lado de Paraíba e Maranhão, onde as articulações políticas seguem em andamento.
A tendência local é de que o partido não lance candidatura própria e apoie o ex-ministro Renan Filho (MDB) ao governo. A movimentação, porém, enfrenta resistência de adversários como o deputado Arthur Lira (PP), que também atua na disputa estadual.
No cenário nacional, o PT afirma já ter estruturado a maior parte da estratégia eleitoral. Durante o congresso da sigla em Brasília, o presidente do partido, Edinho Silva, declarou que cerca de 90% da campanha está organizada.
O partido contabiliza 12 palanques próprios nos estados, sendo 11 já confirmados ou encaminhados. São eles:
Bahia – Jerônimo Rodrigues
Ceará – Elmano de Freitas
Distrito Federal – Leandro Grass
Espírito Santo – Helder Salomão
Mato Grosso do Sul – Fábio Trad
Piauí – Rafael Fonteles
Rio Grande do Norte – Carlos Eduardo Xavier
Rio Grande do Sul – Edegar Pretto
Rondônia – Expedito Neto
Roraima – Antônia Pedrosa
São Paulo – Fernando Haddad
Além desses, o partido também trabalha com 15 alianças regionais para sustentar a candidatura presidencial. Em alguns estados, o PT optou por não lançar nomes próprios e apoiar aliados, como no Rio de Janeiro, onde busca espaço com o prefeito Eduardo Paes (PSD).
Entre os estados ainda indefinidos, o Maranhão é considerado o caso mais complexo, diante do racha entre o governador Carlos Brandão (PSB) e o ministro do STF Flávio Dino, aliado histórico de Lula.
Na Paraíba, a sigla negocia abrir mão de candidatura própria para apoiar Lucas Ribeiro (PP), mas o acordo ainda não foi formalizado. (Com Poder 360)



