Políticas Públicas

Seprev reúne comunidades terapêuticas para reforçar política de acolhimento

Encontro discute melhorias na Rede Acolhe, que atende 5 mil pessoas por ano
Por Luisa Farias/Estagiária sob supervisão 23/02/2026 - 20:17
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Assessoria
Encontro com gestores da Rede Acolhe discutiu o aprimoramento do serviço que atende mais de 5 mil pessoas anualmente
Encontro com gestores da Rede Acolhe discutiu o aprimoramento do serviço que atende mais de 5 mil pessoas anualmente

A Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev) promoveu, nesta segunda-feira, 23, um encontro com representantes das comunidades terapêuticas credenciadas à Rede Acolhe para dialogar sobre as ações de acolhimento a dependentes químicos em Alagoas. Durante o evento, gestores e equipes técnicas debateram desafios e estratégias para garantir um atendimento cada vez mais humanizado, eficiente e integrado.

Na ocasião, o secretário de Estado de Prevenção à Violência, Ricardo Dória, ressaltou que o encontro fortalece a parceria entre o poder público e as instituições que atuam diretamente no cuidado às pessoas em situação de vulnerabilidade. Segundo o secretário, o diálogo aberto e colaborativo é essencial para avançar em políticas públicas mais humanas, destacando que a Rede Acolhe já é referência para outros estados da federação.

Atualmente, a Rede Acolhe conta com 21 comunidades terapêuticas, que juntas disponibilizam cerca de 500 vagas para tratamento voluntário, tanto na capital quanto no interior do estado. Todos os anos, mais de 5 mil pessoas são encaminhadas para tratamento e têm a oportunidade de escrever uma nova história de vida, com mais saúde e dignidade. 


Durante a reunião, foram deliberadas questões prioritárias para o fortalecimento do serviço, como a contratação de profissionais e a implantação de um sistema de triagem remota para agilizar o processo de acolhimento. Para as comunidades, essas medidas representam mais segurança e celeridade no atendimento. De acordo com Cristiana de Souza, presidente da Fratercom, a dependência química exige uma abordagem ampla que vai além da saúde mental, envolvendo assistência social e prevenção à violência.

A reunião contou também com a presença do deputado federal Rafael Brito. O parlamentar destacou a relevância do acolhimento, afirmando que o trabalho das comunidades terapêuticas é, muitas vezes, o último recurso para o dependente químico e um serviço essencial para salvar vidas e cuidar de quem mais precisa.


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