ENTENDA
UPA do Trapiche denuncia venda de atestados falsos em grupo do WhatsApp
Documentos eram comercializados ilegalmente com uso de CRM e cobrança via Pix
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Trapiche da Barra, em Maceió, denunciou a existência de um grupo no WhatsApp utilizado para a venda ilegal de atestados médicos falsos mediante pagamento via Pix.
Segundo a direção da unidade, os documentos estariam sendo emitidos de forma fraudulenta utilizando o nome de uma médica que presta serviço na UPA, além do endereço da unidade e o número do CRM da profissional.
A direção informou que já adotou medidas junto aos órgãos competentes para investigar o caso e identificar os responsáveis pela prática criminosa.
A falsificação de atestados configura crimes como falsidade ideológica, falsificação de documento público e uso indevido de identidade profissional. Tanto quem produz e vende os documentos falsos quanto quem compra ou utiliza os atestados pode responder criminalmente, conforme prevê o Código Penal Brasileiro.
Ainda segundo a nota, a UPA Trapiche da Barra possui um Procedimento Operacional Padrão (POP) para verificar a autenticidade dos atestados emitidos pela unidade. Empresas que desejarem confirmar a veracidade dos documentos devem procurar oficialmente o setor administrativo da UPA, responsável pela análise dos atestados apresentados.
A direção reforçou que a unidade mantém compromisso com a ética, a legalidade e a segurança das informações.
Leia a nota da UPA Trapiche da Barra na íntegra:
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Trapiche da Barra informa que tomou ciência da existência de um grupo no aplicativo de mensagens WhatsApp, utilizado por golpistas para a emissão e comercialização ilegal de atestados médicos falsos mediante pagamento via Pix.
Foi identificado que os documentos fraudulentos estão sendo emitidos de forma indevida utilizando o nome de uma médica prestadora de serviço na unidade, bem como o endereço da UPA Trapiche da Barra e o número de CRM da profissional, prática criminosa que configura falsidade ideológica, falsificação de documento público e uso indevido de identidade profissional.
A UPA Trapiche da Barra repudia veementemente qualquer prática ilícita dessa natureza e informa que as medidas cabíveis já estão sendo adotadas junto aos órgãos competentes para apuração dos fatos e responsabilização dos envolvidos.
Ressaltamos que tanto quem produz e comercializa atestados falsos quanto quem compra ou utiliza esses documentos incorre em crimes previstos no Código Penal Brasileiro, podendo responder criminalmente por falsificação de documento, uso de documento falso e demais infrações correlatas.
A UPA Trapiche da Barra também esclarece que possui o Procedimento Operacional Padrão (POP) específico para verificação de autenticidade de atestados médicos, garantindo transparência, segurança jurídica às empresas e contribuindo para o combate a fraudes documentais.
As empresas que desejarem realizar a validação de atestados médicos emitidos supostamente pela unidade deverão oficializar a solicitação junto ao setor administrativo da UPA Trapiche da Barra, responsável pela análise e confirmação da veracidade dos documentos apresentados.
A direção da unidade reforça seu compromisso com a ética, a legalidade e a segurança da informação, permanecendo à disposição para os esclarecimentos necessários.
Atenciosamente,
Luzalaneide Souza
Diretora-geral da UPA Trapiche da Barra.



