PREFEITURA

Rodrigo Cunha assina Carta de Compromisso e Maceió entra em projeto da ONU

Iplam será coordenador das ações da iniciativa "Construindo Cidades Resilientes 2030" em Maceió
Ascom Iplam
Grotas podem ser beneficiadas com iniciativa da ONU
Grotas podem ser beneficiadas com iniciativa da ONU

Maceió passou a integrar oficialmente a iniciativa "Construindo Cidades Resilientes 2030". O MCR-30 é um projeto do Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNDRR). A carta de compromisso foi assinada pelo prefeito Rodrigo Cunha. Com ela, o município se compromete a planejar e implementar ações para reduzir riscos de desastres e fortalecer sua capacidade de responder a eventos extremos. O Iplam (Instituto de Pesquisa, Planejamento e Licenciamento Urbano e Ambiental) será o responsável por coordenar as ações de resiliência do município.

Ao aderir, Maceió se comprometeu a aplicar os Dez Princípios para Construir Cidades Resilientes. O primeiro passo é uma avaliação da etapa em que a cidade se encontra no roteiro da iniciativa. A partir do resultado, o município age sobre os desafios definidos para cada fase. O compromisso inclui ainda garantir que o planejamento urbano leve em conta os riscos do território, com monitoramento de avanços e metas concretas.

O Instituto de Pesquisa, Planejamento e Licenciamento Urbano e Ambiental (IPLAM) foi designado órgão coordenador das ações de resiliência e redução do risco de desastres ligadas à iniciativa.

"A adesão de Maceió à MCR2030 reforça o papel do planejamento na proteção da cidade. O Iplam vai coordenar esse trabalho de forma integrada com as secretarias, para que a redução de riscos esteja presente nas decisões sobre o futuro de Maceió.", disse o Secretário-presidente do Iplam, Alessandro Lemos.

Segundo o diretor técnico de Redes de Cidades do Iplam, Kylan Marinho, a adesão representa um compromisso público do município. O desafio agora é transformar os princípios da iniciativa em ações concretas no território.

"Em Maceió, vamos usar o mapeamento das grotas, encostas e áreas alagáveis para orientar onde a cidade pode crescer e como qualificar com segurança as áreas já ocupadas. É essa ponte entre o dado técnico e a decisão urbana que será o papel do Iplam", disse Kylan.

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