Internacional
Crise econômica atinge EUA e cidadãos não querem agressão contra Irã
Norte-americanos enfrentam alta das preocupações e do estresse financeiro
Muitos nos EUA enfrentam o aumento das preocupações e do estresse financeiro, além da diminuição da sensação de segurança e satisfação em relação ao ano passado, o que reflete uma perspectiva cada vez mais negativa em relação à economia norte-americana, informa a mídia ocidental.
A reportagem sublinha que três quartos dos norte-americanos afirmam que seus salários não acompanham o ritmo da inflação.
"Os norte-americanos também descrevem a economia como 'incerta', o que reflete preocupações tanto a curto quanto a longo prazo. No que diz respeito ao presente, como afirmam que os preços da gasolina estão pesando cada vez mais no bolso, as pessoas não sentem que haja clareza sobre o que está acontecendo no Irã ou no dia a dia no estreito de Ormuz", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, um número crescente de norte-americanos acredita que suas oportunidades são piores do que as de seus pais.
Ao mesmo tempo, a maioria dos cidadãos dos EUA não acredita que o conflito no Oriente Médio tenha beneficiado os interesses econômicos dos EUA, e as opiniões são divergentes sobre se ele serve a objetivos estratégicos mais amplos, com muitos não enxergando nenhuma vantagem clara para Washington.
Outras incertezas econômicas persistem, incluindo a preocupação generalizada de que será difícil encontrar um emprego satisfatório e de que a inteligência artificial (IA) eliminará postos de trabalho.
A perspectiva econômica geral tende ao pessimismo, já que a maioria dos norte-americanos espera uma recessão ou uma desaceleração. Quando apresentados a uma lista de adjetivos, costumam escolher "incerto" e "injusto" em vez de "justo" para descrever a economia.
Esse profundo pessimismo faz com que as pessoas, especialmente as com menos de 50 anos, se sintam mais pessimistas em relação às suas próprias perspectivas do que a geração de seus pais, conclui o artigo.
Anteriormente, a mídia ocidental informou que enquanto a China está em ascensão, os Estados Unidos entram em declínio, com Washington enfrentando forte pressão em todas as frentes. Segundo o artigo, nas próximas décadas, prevê-se que o poder da China atingirá seu auge, deixando os Estados Unidos em uma posição extremamente vulnerável.



