Caso Joba

Justiça aceita denúncia contra acusados de matar ex-supervisor do CRB

Crime ocorreu em 23 de janeiro de 2026 e teria sido motivado por uma combinação de ciúmes
Por Redação 17/05/2026 - 08:37
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Francisco Cedrim/CRB/ cortesia
Johanisson Lima, o Joba, de 33 anos, foi assassinado a tiros no bairro de Santa Lúcia
Johanisson Lima, o Joba, de 33 anos, foi assassinado a tiros no bairro de Santa Lúcia

A Justiça de Alagoas recebeu a denúncia do Ministério Público e tornou réus Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque e Symeone Batista dos Santos pelo assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como Joba, ex-supervisor técnico das categorias de base do CRB. A decisão é do juiz Yulli Roter Maia, 7ª Vara Criminal da Capital.

O crime ocorreu em 23 de janeiro de 2026 e teria sido motivado por uma combinação de ciúmes e questões financeiras. O Ministério Público sustenta que Ruan Carlos teria planejado a execução e contratado terceiros para cometer o homicídio, enquanto Symeone teria atuado no apoio logístico, monitorando a vítima e auxiliando na fuga do executor.

Ainda de acordo com a denúncia, o assassinato apresenta características de crime premeditado, realizado em via pública e mediante promessa de recompensa.

Joba foi morto aos 33 anos no bairro Santa Lúcia, em Maceió, após sair do condomínio onde morava em direção a um ponto de van. O momento do assassinato foi registrado por uma câmera de segurança, o que facilitou a identificação dos envolvidos.

Na época, aA delegada Tacyane Ribeiro afirmou em entrevista que o coordenador do CRB foi morto por ciúmes e que o mandante pagou R$ 10 mil pela execução. Joba tinha um relacionamento com uma mulher e, após o término, ela se envolveu com o Ruan. Como a relação entre os dois não deu certo, a mulher estaria reatando o relacionamento com Joba, o que causou insatisfação a Ruan.


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