Sururu

A toga do magistrado

16/03/2026 - 06:04
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Assessoria
O desembargador Carlos Cavalcanti, vice-presidente do TJAL
O desembargador Carlos Cavalcanti, vice-presidente do TJAL

As medidas adotadas pelas juízas Veridiana Oliveira de Lima e Nathália Silva Viana, que impediram o pagamento de R$ 332 milhões da massa falida da Laginha para os filhos de João Lyra, bancos e escritórios de advocacia, devem fundamentar as investigações em curso contra o desembargador Carlos Cavalcanti, vice-presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas.

Após determinar o pagamento milionário, o magistrado denunciou as juízas por descumprimento de sua decisão, que atropela a lei de falências e o princípio do juiz natural. Desconsiderar as decisões das juízas é jogar o escândalo debaixo do tapete para salvar a toga do desembargador.


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Redação

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