A toga do magistrado
As medidas adotadas pelas juízas Veridiana Oliveira de Lima e Nathália Silva Viana, que impediram o pagamento de R$ 332 milhões da massa falida da Laginha para os filhos de João Lyra, bancos e escritórios de advocacia, devem fundamentar as investigações em curso contra o desembargador Carlos Cavalcanti, vice-presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas.
Após determinar o pagamento milionário, o magistrado denunciou as juízas por descumprimento de sua decisão, que atropela a lei de falências e o princípio do juiz natural. Desconsiderar as decisões das juízas é jogar o escândalo debaixo do tapete para salvar a toga do desembargador.



