Análise
Atos esvaziados e estabilidade nas pesquisas redesenham o tabuleiro eleitoral de 2026
Manutenção dos índices de aprovação de Lula apontam para uma disputa menos ruidosa
As manifestações promovidas pela direita brasileira no último domingo, 1º de março, em diversas capitais do país, registraram participação inferior à observada em atos semelhantes realizados em anos anteriores. Projeções de órgãos de segurança pública e levantamentos baseados em imagens aéreas indicaram público menor em comparação com mobilizações passadas. O contexto político em que ocorreram os atos ganha relevância diante de um fator considerado central para a reorganização do campo conservador: o ex-presidente Jair Bolsonaro está preso, inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e responde a processos no Supremo Tribunal Federal (STF), circunstâncias que restringem sua participação direta no processo eleitoral.



