O pastor João Luiz (PP), empossado como vereador esta semana na Câmara de Maceió no lugar de João Catunda — que pediu afastamento por 121 dias — é alvo de dois processos de calúnia, difamação e injúria por atos semelhantes aos que o levaram a perder o mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa de Alagoas em 2016. A acusação é de que ele tais atos teriam se repetido nas eleições de 2024, quando, novamente, teria utilizado a estrutura religiosa para se promover e realizar campanha para sua candidatura a vereador.
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