Após um mês

Criança sobrevive ao trágico acidente com ônibus e recebe alta do HGE

Maria Larissa, de dois anos, teve ferimentos graves, mas superou o traumatismo cranioencefálico
Por Redação com Ascom HGE 03/03/2026 - 15:04
A- A+
Ascom HGE
Maria Alice recebeu alta hospitalar e foi levada para casa, em Coité do Nóia
Maria Alice recebeu alta hospitalar e foi levada para casa, em Coité do Nóia

A pequena Maria Larissa Rodrigues Izidoro da Silva, de apenas 2 anos, recebeu alta hospitalar após quase um mês de internação no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Ela é uma das vítimas do acidente com o ônibus que transporta romeiros de Alagoas e capotou em trecho da AL-220, no município de São José da Tapera, no último dia 3 de fevereiro.

No acidente, Maria Larissa sofreu traumatismo cranioencefálico, foi internada no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca, e, posteriormente, encaminhada em estado delicado ao HGE. Ela precisou ser internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica, permanecendo sob cuidados intensivos e acompanhamento multidisciplinar.

“Na UTI Pediátrica, Maria Larissa recebeu acompanhamento de médicos intensivistas, pediatras, ortopedistas pediátricos, cirurgiões pediátricos, neurologistas pediátricos; enfermeiros, fisioterapeutas e demais profissionais que atuaram de forma integrada para garantir estabilidade clínica e evolução segura do quadro. Ela precisou de vigilância constante e decisões precisas. O traumatismo cranioencefálico é sempre delicado, especialmente em pessoas tão pequenas. Felizmente, a resposta ao tratamento foi progressiva e consistente. E cada pequena melhora foi comemorada por todos nós”, pontuou o médico pediatra Roney Damasceno.

Com a estabilização clínica e evolução satisfatória, a criança pôde ser transferida para a enfermaria pediátrica, onde seguiu em recuperação até alcançar condições seguras para o retorno para casa. A mãe da garota, noentanto, que estava ao lado dela no momento do acidente não resistiu aos ferimentos. Maria Larissa voltou para casa, no município de Coité do Nóia.

“Eu só tenho gratidão. Foram dias muito difíceis, de muita dor pela perda da minha esposa, mas ver minha filha saindo daqui bem é um milagre. A equipe do HGE cuidou dela como se fosse da própria família. Toda a equipe acolheu a gente. Eu nunca vou esquecer isso. Fizeram de tudo para salvar Maria Larissa. Obrigado a todos que rezaram por nós”, declarou o pai, Claudevan Izidoro da Silva.

O coordenador médico Elton Leandro ressalta que histórias como a de Maria Larissa reafirmam o papel social da unidade. “O HGE é referência em trauma e atende casos de alta complexidade diariamente. Nossa missão é oferecer assistência qualificada, humanizada e baseada em protocolos técnicos rigorosos. Ver essa criança retornar para casa, depois de um quadro tão grave, nos dá a certeza de que estamos cumprindo nosso papel”, acrescentou.


Encontrou algum erro? Entre em contato