POLÍCIA

Pastor réu por morte de empresário é preso durante bloqueio da PRF em AL

Paulo Santos da Silva apresentou documento falso e foi autuado em flagrante
PRF
Homem foi abordado na BR-101 e acabou autuado por uso de documento falso
Homem foi abordado na BR-101 e acabou autuado por uso de documento falso

Um homem investigado pela morte de um empresário no Paraná foi preso em Alagoas na noite de sexta-feira, 18. Paulo Santos da Silva, conhecido como Pastor Paulo, foi localizado em São Miguel dos Campos, durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-101.

Paulo é réu no processo que apura a morte de José Claiton Leal Machado, assassinado em abril de 2022, em Ponta Grossa (PR). Segundo a investigação, ele teria participado da organização do crime.

Durante a abordagem na rodovia, o homem apresentou um documento falso, segundo a Polícia Civil. Por causa disso, além da prisão relacionada ao processo do homicídio, ele foi autuado em flagrante pelo uso do documento.


O delegado Luis Gustavo Timossi informou que Paulo se identifica como pastor evangélico e mantém uma igreja registrada em seu nome.

José Claiton Leal Machado foi morto em 19 de abril de 2022, quando chegava à residência onde morava, em Ponta Grossa. Ele estava dentro de um veículo quando foi atacado. A vítima era diretor de uma rede de franquias odontológicas de atuação nacional e internacional. Conforme as investigações, o assassinato teria sido encomendado pelo CEO da empresa, Oséias Gomes de Moraes.

A polícia aponta que conflitos pessoais e empresariais estariam entre as motivações para o crime. Uma das hipóteses investigadas era a intenção de evitar que o CEO perdesse o controle sobre os negócios.

Paulo Santos da Silva não é o único réu no processo. Outras pessoas também foram apontadas pelas autoridades como participantes do crime. 

Wallax Alves da Silva, enteado de Paulo, responde por supostamente receber e repassar valores aos responsáveis pela execução. João Victor da Gama Cezário também é réu por essa acusação. Diones Henrique Rodrigues Raimundo foi condenado pela execução do assassinato. Já D. R. F. chegou a ser indiciado durante a investigação, mas foi impronunciado e não será submetido a julgamento pelo crime.

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