Meio Ambiente

Municípios de Alagoas registram 386 focos de queimadas em uma semana

Total inclui 34 casos em unidades de conservação, como a APA do Pratagy
Assessoria
Focos de queimadas em Alagoas aumentam, segundo monitoramento do IMA
Focos de queimadas em Alagoas aumentam, segundo monitoramento do IMA

Alagoas registrou em outubro, no período de 18 a 24 do mês, 386 focos de queimadas, entre as quais 34 atingiram unidades de conservação no estado. A incidência é alta e preocupante, já que alterações climáticas sob efeito do fenômeno El Niño tende à seca da vegetação, o que aumenta os riscos de incêndios.

No período, segundo monitoramento do Instituto de Meio Ambiente (IMA) de Alagoas, as queimadas afetaram a Caaatinga, Florestra Ombrófila, Floresta Estacional, Formações pioneiras e Transições Fitoecológicas. Nas unidades de conservação foram registrados casos na APA do Pratagy (18 focos de queimadas) APA de Murici (7), APA Serra da Caiçara (7), e MONA do São Francisco (2).

O monitoramento do Ima mostra que o município com maior quantidade de registro de focos de queimadas é Coruripe, no litoral Sul, com 30 ocorrências. Além dele, no ranking degradante, seguem: Rio Largo (24 casos), Mata Grande (22 casos), Atalaia (18) e Penedo, com 18 casos.

As queimadas em outubro também foram registradas nas cidades de Água Branca, Belo Monte, Colônia Leopoldina, Coqueiro Seco e Dois Riachos. O monitoramento não aponta iniciativas adotadas para reduzir os focos de queimadas por parte dos gestores públicos desses municípios.


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